quinta-feira, 27 de junho de 2013

Hospital de Olhos: uma conquista de Lair para Ribeirão

Por Diego Simi

Ao lado da vice-prefeita Leo Moura, do presidente João Domingues Oliveira, Lair
inaugura o Centro Oftalmológico da APRAESPI e realiza um sonho

A APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) deu mais um passo rumo à implantação do Hospital de Olhos em Ribeirão Pires. Foi inaugurado na manhã desta segunda-feira o Centro de Oftalmologia no Hospital Dia. Estiveram presentes na inauguração a vice-prefeita Leonice Moura, a Leo da Apraespi (PSC), sua irmã Lair Moura, superintendente da Associação, além do presidente João Domingues de Oliveira Filho.

Os equipamentos utilizados no centro oftalmológico serão os mesmo que farão parte do Hospital de Olhos. A equipe de oftalmologistas que atuará na unidade também já está formada.

Ainda no ano passado, integrantes da equipe multidisciplinar da APRAESPI passaram por um curso de capacitação em Belo Horizonte para realizar avaliação de processamento visual. Com a nova unidade, a ideia agora é realizar procedimentos de maior complexidade.

“A APRAESPI adquiriu equipamentos ultramodernos para iniciar o Hospital de Olhos, que futuramente fará transplante de córnea, cirurgias de catarata, tratamento de glaucoma, sempre levando saúde de qualidade para a população”, disse Lair.

“Nós estamos estudando possibilidades de firmar parcerias entre a Prefeitura e a APRAESPI para acabar de vez com a fila de espera em atendimento visual”, revela Leo.

A demanda por tratamento visual nas sete cidades é grande. Dados do IBGE apontam que na região do Grande ABC 8 mil pessoas são cegas e 65 mil têm grande dificuldade de enxergar.
Com a implantação da reabilitação para pessoas com deficiências visuais, a APRAESPI se torna um dos únicos centros do país com a classificação CER-4 do Ministério da Saúde, que só é dada a unidades que atendem os quatro tipos de deficiência: física, intelectual, auditiva e visual.








quinta-feira, 20 de junho de 2013

Lair cobra do Ministério da Saúde ampliação do atendimento para deficiências auditivas

Lair tenta zerar fila de espera de próteses auditivas no ABC
No próximo dia 26 de junho, a superintendente da APRAESPI, Lair Moura, irá a Brasília para reivindicar do Ministério da Saúde aumento no repasse de recursos para ampliar o número de pacientes com deficiências auditivas contemplados por mês. Atualmente a Entidade atende 66 pessoas,  mas tem capacidade e demanda para receber até 200.

A fila de espera da região é de aproximadamente mil pessoas e foi formada pela redução do fluxo de repasses do SUS em reabilitação.

 Todos os pacientes da fila já estão diagnosticados, com laudo médico e audiometria. Assim, só resta a liberação do aporte para que essas pessoas sejam beneficiadas.

Lair se diz esperançosa em sensibilizar os representantes do Departamento de Saúde da Pessoa com Deficiência - órgão ligado ao Ministério  da Saúde -. “Quero mostrar que a APRAESPI tem estrutura e profissionais qualificados para zerar essa enorme fila de espera. Só falta o Ministério da Saúde fazer a sua parte e bancar o atendimento dessas pessoas”, afirmou.

A superintendente pretende ainda marcar uma audiência  com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, onde buscará a reposição do Teto SUS regional em reabilitação.




Paciente de 100 anos recebe aparelho auditivo da APRAESPI

Por Diego Simi

Sizenando momentos após receber a prótese auditiva pela APRAESPI


Sizenando José de Sena, nascido no dia 10 de junho de 1913 em Senhor do Bonfim, no interior da Bahia, é oficialmente o homem mais velho do ABC a receber prótese auditiva. O procedimento foi feito na tarde desta terça-feira na Clínica Audiológica da APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência). 

O idoso sofria de perda de audição desde o começo do ano passado e já foi acometido por um AVC em 2004.

Desde o cadastramento na central de vagas da APRAESPI, no começo do mês, a família de Sizenando conseguiu a  dispensação da prótese auditiva em pouco menos de três semanas. “Foi tudo muito rápido e nós fomos muito bem tratados aqui, sem burocracia e enrolação”, relata Evelyn Sena, neta do paciente. 

Antes disso, porém, os familiares tentaram obter um aparelho através da Prefeitura de Santo André, mas se viram obrigados a desistir pela demora no atendimento. 

Sizenando chegou a usar uma prótese emprestada antes de vir para a APRAESPI. 

Além de chamar a atenção pela idade do paciente, o caso de Sizenando traz à tona a importância da prevenção de deficiências para se ter qualidade de vida na terceira idade, já que nos últimos dez anos, a expectativa média de vida aumentou de 68 para 74 anos.

A superintendente da APRAESPI, Lair Moura, destaca: “Nós estamos vivendo mais, isso é um fato. Mas queremos viver melhor. Então, devemos sempre ficar atentos para prevenir deficiências, conhecer as causas do AVC e de outras doenças, além de cobrarmos dos governantes políticas preventivas na área da Saúde. Só assim teremos uma terceira idade saudável e feliz”.

Feliz. É como ficou a família de Sizenando, que agora pôde voltar a conversar, a ouvir e ser ouvido: “como ele não escutava, ele também não falava nada. A família se reunia pra tomar um café e ele ficava perdidinho, não entendia nada”, conta a neta Evelyn. 

Hoje Sizenando tem de volta a interação com a família. Com todas as manifestações que ocorrem pelo país, ele relembra de momentos históricos desses últimos 100 anos. E não falta gente interessada em ouvir essas memórias: são quatros filhos, 16 netos e 11 bisnetos.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Fisioterapia e a prevenção de acidentes em idosos

Paciente Lázaro se recupera de AVC fazendo
fisioterapia na APRAESPI
Seja por problemas de saúde ou questões fisiológicas naturais do envelhecimento, os idosos estão mais propensos a sofrerem quedas graves. De acordo com estudos divulgados pela APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) 70% das quedas em idosos ocorrem dentro de casa. 

“Portanto, é necessário redobrar os cuidados com eles e fazer pequenas mudanças em casa que no final faz grande diferença na vida da família”, destaca a fisioterapeuta da APRAESPI, Tatiane Mello.

Isso porque 38% das quedas em pessoas com mais de 75 anos resultam em fraturas, mas há o risco de ocorrerem acidentes ainda mais graves. “O ideal é que sejam instalados corrimões e tapetes emborrachados antiderrapantes em pontos estratégicos da casa. A boa iluminação também é fundamental. Independente do preço dessas instalações, que nem são tão caras assim, é muito mais vantajoso para os idosos e para a família”, aconselha Tatiane.

Existe, porém, um fator que ajuda tanto a diminuir o risco das quedas quanto na recuperação para idosos que sofreram esses acidentes: a fisioterapia. 

Prevenção
É comum que pessoas da terceira idade sejam acometidas por fraqueza muscular, desequilíbrio e degenerações articulares. Neste caso, a fisioterapia dá mais firmeza e equilíbrio ao caminhar.

Para os que já sofreram acidentes, a fisioterapia é um instrumento ainda mais importante. Além de ajudar a diminuir as dores do paciente, a técnica dá mais confiança para os idosos voltarem a praticar atividades físicas.

Lázaro Dename, 67, e a esposa Aparecida já aprenderam a lição. Após sofrer AVC, em fevereiro deste ano, o aposentado caiu dentro de casa e se fraturou. “Ele ficou muito mal por não poder mais andar”, conta Aparecida. 

Desde então, Lázaro faz fisioterapia na  APRAESPI. Dentro de algumas semanas, ele já voltou a andar. “Hoje em dia eu estou melhor. É tudo muito difícil, mas me sinto mais firme. Melhor que antes”, comenta Lázaro. A esposa completa: “Graças a Deus encontramos a APRAESPI”.



quinta-feira, 6 de junho de 2013

APRAESPI Notícias: Lair fala sobre prevenção de deficiências

No programa "Boletim APRAESPI", exibido na rádio Pérola da Serra 87,5 FM, em Ribeirão Pires, a superintendente da APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência), Lair Moura, falou sobre a importância da prevenção de deficiências e sugeriu a criação de um comitê municipal para diminuir as ocorrências. 

Ouça aqui:

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Lair garante R$ 2,7 milhões para Apaes

Por Diego Simi

Depois de intensa articulação, a superintendente da APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência), Lair Moura, obteve com o governador Geraldo Alckmin a liberação de R$ 2,7 milhões. O aporte beneficiará 122 Apaes no Estado de São Paulo. Só para Ribeirão Pires serão R$ 92 mil. 

Lair (dir) em encontro com o governador Geraldo Alckmin

Em encontro realizado semana passada no Hospital Radamés Nardini, em Mauá, Lair agradeceu ao governador pelos recursos que serão utilizados nas obras do Hospital de Olhos da APRAESPI.

O Hospital de Olhos terá capacidade para realizar transplantes de córnea, cirurgias de catarata e tratamento para pacientes com glaucoma. Atualmente a entidade realiza tratamento para crianças com desordem no processamento visual. 

O secretário estadual de Saúde Guido Cerri, também presente no evento, prometeu agilidade na liberação dos recursos.
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