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segunda-feira, 16 de julho de 2012

APRAESPI cria centro para sanar problemas das mães de crianças com deficiência

Por Diego Simi

Recém inaugurado, Espaço Família já atende famílias do ABC
A APRAESPI inaugurou nesta segunda-feira o ‘Espaço Família’, que funciona como um centro de integração completo para as famílias dos alunos atendidos na entidade. Como as crianças com deficiência necessitam de cuidados especiais, muitas mães se vêem obrigadas a deixar seus empregos para se dedicar exclusivamente ao filho.

Pensando nisso, a APRAESPI criou um centro que contará com assistentes sociais e monitoras onde as mães além de terem um lugar para ficar durante as 4 horas que as crianças são atendidas, ainda serão beneficiadas com palestras e cursos profissionalizantes. "Eu tenho sorte de poder trazer e buscar minha filha de carro, mas eu vejo muitas mães que realmente sofrem por ter de ficar tanto esperando pelo filho, seja na chuva ou no sol forte. É de dar pena", comenta a professora Silvana Souza, que vem diariamente levar sua filha até a Escola Valentino Redivo.

Serão criadas também oficinas de artesanato com o objetivo de levantar recursos para ampliar o Espaço Família e melhorar a renda das mães que estão fora do mercado de trabalho. Essa nova ideia beneficiará famílias como a da dona de casa Rosana Melo, que teve de deixar seu emprego para cuidar do filho com síndrome de down. "Esse centro da APRAESPI vai ser muito bom pra gente que perdeu o emprego. É coisa de Deus!", enfatiza.

Outro ponto que será privilegiado pelo novo centro da entidade é a questão da orientação. Muitas mães encontram dificuldades para cuidar de seus filhos com deficiência pela falta de familiaridade com o assunto, por isso, serão realizadas sessões diárias de instrução para as famílias cuidarem adequadamente das crianças e o processo de reabilitação desenvolvido pela APRAESPI ser mais rápido e vantajoso

Mãe de criança atendida na APRAESPI


 

Paciente vence a luta contra doença rara com ajuda da APRAESPI

 Por Diego Simi

A síndrome de Guillain Barre é uma doença auto-imune onde ocorre uma lesão da bainha de mielina, tecido responsável por levar informações vindas dos nervos periféricos para o cérebro. A síndrome ocorre pela produção de auto-anticorpos que atacam e destroem essa bainha de mielina. A doença é considerada rara. Sua incidência anual é de, em média, três casos por 100 mil habitantes na América.

Os principais sintomas são: dor nos membros inferiores seguida por fraqueza muscular, perda de reflexos, alteração da deglutição, e disfunção vesical e intestinal. Ao perceber os sintomas, o paciente deve ser atendido imediatamente.

Tratamento - Por afetar todo o corpo e causar seqüelas, a síndrome de Guillain Barre requer um tratamento adequado e rápido. O Hospital Dia da APRAESPI possui uma equipe especializada com fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais para o tratamento e recuperação de pessoas com deficiência física, sendo uma das poucas unidades de saúde que trata pessoas com a síndrome em toda a região do Grande ABC.
Nos últimos anos, a APRAESPI conseguiu recuperar centenas de pessoas, que agora podem levar uma vida sem tantas dificuldades.
É o caso da doméstica Elisabete Mariano, 40, que em maio de 2010 sofreu de uma infecção urinária e em seguida contraiu a doença de Guillain Barre, onde perdeu os movimentos de todo o corpo.

“Um dia acordei e minha perna se paralisou. Quando eu estava indo para o hospital, meu corpo se paralisou todo, eu só mexia os olhos. Não tinha forças nem para falar”, conta Elisabete

Três dias depois de ser examinada e receber atendimento médico inicial no Hospital São Lucas em Ribeirão Pires, Elisabete foi transferida para o Hospital Heliópolis, em São Paulo, onde permaneceu quase um mês.

Ao receber alta em junho do mesmo ano, a paciente foi encaminhada ao Hospital Dia, onde iniciou seu tratamento. Há dois anos ela passa por sessões de fisioterapia duas vezes por semana e recebe apoio de psicólogos e terapeutas ocupacionais.

Elisabete conta que atualmente sua vida voltou ao normal graças a APRAESPI: “Eu fiquei totalmente paralisada e não podia fazer nada, não conseguia me alimentar , hoje eu posso me alimentar sozinha, tomar banho sozinha, posso lavar louça, fazer comida. Ainda não tenho muito equilíbrio, mas já voltei a andar ”.

A junção de esforços entre a família e equipe médica especializada é a chave do sucesso da APRAESPI na recuperação de milhares de pessoas que já passaram pela entidade, assim como a agora recuperada Elisabete.

APRAESPI: o maior Centro de Reabilitação do Grande ABC

Com mais de 330 funcionários,  quatro décadas de atuação em Ribeirão Pires e 2 mil pessoas atendidas diariamente em suas seis unidades, a APRAESPI foi credenciada pelo Ministério da Saúde como Referência de Reabilitação  em autismo, deficiências físicas, intelectuais e auditivas na Região do Grande ABC.

Através de convênio com o SUS (Sistema Único de Saúde), a associação presta serviços para pessoas das sete cidades da região.

A tecnologia empregada aos  Serviços de Reabilitação na APRAESPI pode ser equiparada aos grandes hospitais particulares do país.

Os métodos inovadores de reabilitação física foram reconhecidos por todas as esferas de governo como um modelo para o país.

Além do tratamento reabilitacional, a APRAESPI dispensa órteses, próteses e aparelhos auxiliares de locomoção para os municípes da região, vinculados à liberação de verba pelo SUS.

Outro papel importante desempenhado pela instituição é realizar a prevenção de deficiências. Além de promover campanhas preventivas junto aos moradores, a APRAESPI também oferece gratuitamente o chamado “teste da orelhinha” que é feito em bebês para verificar as condições da audição periférica.

A APRAESPI cresceu consideravelmente na última década em estrutura e abrangência no atendimento. Com isso, a entidade conquistou  não só o reconhecimento das autoridades do país, mas principalmente da população da região onde atua.

Dra. Lair Moura, que também foi fundadora da Federação das APAEs do Estado de São Paulo, vem realizando gestões junto ao governo estadual para que as APAEs sejam conveniadas pela Saúde, como Centros de Reabilitação com o devido financiamento, como forma de ampliar programas de Reabilitação no interiror do Estado. 

“No Estado de São Paulo, são 300 APAEs que poderiam fazer parte de uma grande Rede de Reabilitação. Meu desejo é que todas as APAEs consigam o que eu levei para a APRAESPI em Ribeirão Pires ”, declara Lair, que já presidiu a Associação por mais de 20 anos e faz parte do Movimento Apaeano há 43 anos.

APRAESPI adere à Frente Nacional Por Mais Recursos para a Saúde Pública

Por Diego Simi

Representando a APRAESPI - Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência -, as irmãs Leo e Lair Moura estão coletando assinaturas por toda a Região do Grande ABC para a Frente Nacional Por Mais Recursos para a Saúde Pública. 

A Frente Nacional Por Mais Recursos para a Saúde Pública está em campanha em todo o Brasil para recolher pelo menos 1 milhão e 500 mil assinaturas de eleitores para mandar ao Congresso um projeto de lei de iniciativa popular, visando ampliação dos recursos para a Saúde. Com isso, os investimentos do governo federal no setor passarão a representar 10% da receita corrente bruta. 

As assinaturas devem ser provenientes de cinco ou mais estados da Federação (sendo 0,3% da população de cada estado), o que representa 1% do eleitorado brasileiro. Também precisam estar acompanhadas do nome completo e legível do eleitor, do endereço e título eleitoral. 

Um dos fatos que motivou a campanha foi a Emenda Constitucional 29, que da forma como foi aprovada, resultou numa perda de R$35 bilhões no valor que seria destinado ao SUS. 

Várias instituições da sociedade civil já apóiam a campanha, como a Associação Médica Brasileira, a FEHOSP- Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo -, e a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil -.

Em ofício, a APRAESPI sugeriu que os departamentos de RH das empresas coletem assinaturas de seus funcionários, colaboradores e diretores.

"A APRAESPI aguarda ansiosa esse aumento de recurso da Saúde para poder ampliar o teto SUS da região, e atender em reabilitação e dispensação de órteses, próteses e meios de locomoção, para mais de mil pessoas que estão na fila de espera", afirmou Lair Moura. 

Mais informações:

www.emdefesadosus.org.br

Conheça a unidade da APRAESPI que faz a diferença na vida de crianças com autismo

Artigo

Por Elisabeth Fernandes 
Coordenadora do CATI

Para o desenvolvimento integral de uma pessoa com autismo, existe a necessidade de atividades adaptadas, com o objetivo de integração neurossensorial, como é realizado no CATI - Centro de Atendimento aos
Transtornos Invasivos do Desenvolvimento - da APRAESPI.

Esse trabalho é realizado através da Equipe Interdisciplinar formada por pedagogos, professores de educação física e de psicomotricidade, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais. O desenvolvimento desta estimulação integrada contribui para o uncionamento do Sistema Nervoso Central e da forma como recebe e organiza a variedade de informações neurossensoriais proveniente do meio ambiente, fatores estes tão prejudicados em pessoas com autismo.

Os exercícios motores adaptados, associados a hidroterapia, psicomotricidade e estimulações em salas adaptadas de integração neurossensorial associado ao contexto pedagógico acelera o processo de aprendizagem da pessoa com autismo, a medida que auxilia e facilita a aquisiçãode habilidades, a aprendizagem e o desenvolvimento neuropsicomotor, cognitivo e emocional da criança.

Com esta forma de atuação, se torna evidente seu desenvolvimento, ocorrendo melhoras significativas nas seguintes áreas: comunicação, interação social, funcionamento cognitivo, processamento sensorial e comportamento. No autismo, cada criançaé única, e pode evoluir de formas distintas de acordo com sua gravidade e com a estimulação que recebe.

Diante da suspeita de um diagnóstico de autismo, especialistas recomendam que quanto mais cedo é o início da estimulação neurossensorial adequada, melhores são os resultados obtidos na
recuperação e no tratamento da criança.

As conquistas de 2011

Artigo

Por Leo Moura


Mais um ano se finda e como Diretora Técnica a frente dos programas de atendimento da APRAESPI nas áreas da Saúde, Educação e Assistência Social, nestes 33 anos, tenho muito a agradecer, a Deus. primeiramente por poder contribuir com meu trabalho no atendimento a 2000 usuários por dia e obter os êxitos conseguidos neste ano. Agradeço aos coordenadores e Funcionários altamente gabaritados e compromissados com seu trabalho, a Diretoria que sempre nos apoiou e estiveram conosco nestas conquistas, a comunidade de Ribeirão Pires e Região, a Diretoria de Ensino, aos parceiros, governos e empresários, aos familiares e principalmente aos usuários que nos tornam mais humanos a cada dia, pelo carinho que nos demonstram. Este ano de 2011, foi um ano de conquistas, como a modificação do Programa de Autismo oferecido pela E.E.F."Valentino Redivo", no CATI - Centro de Atendimento aos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento -, que passou a ser Centro de Referência Regional da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo com convênio próprio para atendimento educacional de autistas, cujo programa já atende 102 alunos. Readequação de todos os programas: do Hospital Dia, dos educacionais principalmente da Educação Profissional do COPAR, que atende 246 alunos em período integral, dando educação básica, profissional e encaminhamento ao mercado de trabalho, pois temos um Projeto de Gestão Educacional/ Político Pedagógico que atende plenamente as necessidades dos educandos, com resultados e metodologia eficiente e eficaz, na busca contínua da qualidade educacional e que promove realmente a inclusão dos alunos tanto escolar como na sociedade. Mas infelizmente, ainda temos muitas crianças na fila de espera, 446 alunos crianças e adolescentes, 551 deficientes auditivos para receber aparelho auditivo e mais de 500 em órteses e próteses, além de crianças de educação infantil de 0 a 3 anos de idade que não são mais atendidos pela convênio de educação do Estado, este atendimento passou a ser dever do município e as crianças pequenas estão esperando a realização de convênio entre a APRAESPI e Prefeitura (Secretaria de Educação Municipal) para serem atendidos. Diante de muito trabalho ainda a ser realizado, conto com todos, para que em 2012, possamos com muito trabalho realizar muito mais. Um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de saúde, que Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Lair busca novas verbas junto ao Ministério da Saúde

Mais uma vez Lair Moura (PSC) busca novos investimentos para Ribeirão Pires. Em evento realizado sexta-feira, em Campinas, pela FEHOSP (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo), a superintendente da APRAESPI solicitou aumento nas verbas do teto SUS regional ao ministro da Saúde Alexandre Padilha.

Pelas frequentes reivindicações em favor do cidadão ribeirãopirense, Lair Moura já é figura conhecida entre autoridades políticas do estado e do país. Embora nunca tenha ocupado cargos eletivos, Lair possui um amplo histórico de conquistas para a cidade. Nos últimos anos, ela já conseguiu mais de R$ 44 milhões para as áreas da Educação e Saúde.

Portaria - Além do pedido de ampliação no teto SUS, Lair também conversou com o ministro sobre a Portaria nº. 793, documento que trata da relação entre pasta e as instituições que prestam cuidados às pessoas com deficiência.
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