quinta-feira, 28 de março de 2013

Lair conquista atendimento de qualidade para alunos autistas

Por Diego Simi

Para oferecer um tratamento voltado às crianças com autismo, a APRAESPI criou em 2003 o CATI (Centro de Atendimento aos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento). Atualmente 111 crianças são atendidas na unidade.


Elaine e a sorridente Rayssa no CATI

O centro foi fruto do trabalho da superintendente Lair Moura, que conseguiu recursos junto ao Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Educação mostrando a importância de oferecer um atendimento que se adeque a todas as necessidades das crianças autistas.


O CATI conta com uma equipe completa de profissionais especializados em Saúde e Educação. Os métodos utilizados ajudam a tornar as crianças mais sociáveis. Isso faz a diferença na vida de muitas famílias.

É o caso da dona de casa Elaine Chevidal e de sua filha Rayssa. Antes de vir para a APRAESPI, há dois anos, Rayssa era uma criança hiperativa, dormia pouco e impedia a mãe de ajudá-la nas atividades do cotidiano, como escovar os dentes e comer.

Em pouco tempo de APRAESPI, Elaine se surpreendeu. “Eu não acreditei! Em poucos meses ela já escovava os dentes e comia sozinha. Ela fala algumas palavras, brinca, faz desenhos lindos”.

O alto investimento no CATI trouxe um retorno que, para famílias como a de Elaine, “não tem preço”. “Nunca vou me esquecer quando ela me chamou de ‘mamãe’ pela primeira vez. Depois de tudo que passamos. Só tenho a agradecer a APRAESPI”, conta a mãe emocionada.
 

Abril é o mês internacional do autismo

02 de abril é oficialmente o dia mundial de conscientização do autismo. A data foi instituída pela ONU em 2007.

Nesse dia os principais monumentos do Brasil e do mundo são iluminados por luzes azuis, cor símbolo do autismo. A APRAESPI distribuirá folhetos e fitas azuis no dia em Ribeirão Pires.

Estima-se que são cerca de 70 milhões as pessoas com autismo no mundo, com 2 milhões só no Brasil.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Lair organiza Frentes Parlamentares pela Saúde no ABC


Por Diego Simi

Os vereadores Toninho de Jesus (DEM), de Santo André, e Pery Cartola (PPS), de São Bernardo do Campo, visitam hoje as seis unidades da APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência), onde se reúnem com a superintendente da entidade, Lair Moura. O objetivo é discutir estratégias visando alavancar uma Frente Parlamentar pela Saúde Pública em suas respectivas cidades.


Lair e o vereador Toninho de Jesus (DEM) se encontram



A tendência é que as Frentes Parlamentares de Santo André e São Bernardo sigam o mesmo modelo da que já atua no Congresso Nacional, ou seja, operando em conjunto com Santas Casas e centros filantrópicos, pressionando o governo a garantir pelo menos 10% de suas receitas para a Saúde.

O vereador andreense Toninho de Jesus elogiou a iniciativa da APRAESPI e contou que demonstrou interesse em conhecer mais sobre a entidade e o Projeto de Lei de iniciativa popular para o aumento dos recursos para Saúde. "Adotei em minha cidade a defesa das causas das pessoas com deficiência. Quero muito conhecer a APRAESPI, seus objetivos e ações, bem como conhecer mais detalhes sobre esta proposta nacional ".

Responsável pela articulação com os vereadores, Lair acredita que a criação de Frentes Parlamentares regionais ameniza os danos causados pelo subfinanciamento do governo federal no sistema público de Saúde. “A Saúde é um direito do cidadão e um dever do Estado, então é lógico que a nossa principal meta é fazer com que o governo federal maximize seus investimentos no setor. Agora, se fortalecermos o sistema de Saúde da nossa região, o impacto do subfinanciamento das verbas SUS não será tão traumático para a nossa população”.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Água & Solo: junção de esforços acelera reabilitação


Por Diego Simi

Terapias que usam pressão da água e força da gravidade trazem esperança para acelerar a reabilitação de pacientes da APRAESPI

A APRAESPI se preocupa em aprimorar cada vez mais seu atendimento investindo na qualificação do quadro de funcionários e na contratação de profissionais que possam agregar novas técnicas ao dia-a-dia da entidade.


Com essa forma de trabalho, a APRAESPI encontrou novas maneiras de acelerar a reabilitação de muitos pacientes. Um exemplo disso é a integração do método CME (Cuevas Medek Exercise) com a fisioterapia aquática.


A fisioterapia aquática consiste em uma série de exercícios realizados dentro de uma piscina adaptada. A  fisioterapeuta Janaína Melo explica que “o diferencial da terapia aquática é associar aos métodos terapêuticos os princípios físicos da água, como temperatura, pressão hidrostática e viscosidade”. Esses fatores além de diminuírem dores e espasmos, também facilitam atividades que dificilmente seriam realizadas em métodos convencionais, como caminhar.
Já o método CME, implantado pela APRAESPI com a fisioterapeuta Vilma Magnusson, é uma técnica inovadora que tem como objetivo provocar o aparecimento de funções motoras automáticas no corpo do paciente, como engatinhar e andar.


Para alcançar este resultado, os fisioterapeutas estimulam a criança a ter um controle de seu sistema motor. “Isso só acontece quando a criança é exposta gradualmente à força da gravidade. Com a gravidade agindo, os membros da criança são estimulados a fazererem os movimentos mais próximos do correto”, explica Vilma.


A combinação da terapia aquática com os efeitos do CME trouxe a expectativa de resultados mais rápidos e completos. É a esperança para que muitos pacientes possam, por exemplo, conseguir andar.

De olho no Financiamento e na Gestão












Qualificar os serviços de saúde prestados ao USUÁRIO do SUS (Sistema Único de Saúde) tem sido um dos grandes desafios enfrentados pela nossa Instituição desde a década de 90, quando priorizamos a área da Saúde para conseguir mais eficácia em reabilitação.


A APRAESPI é Centro de Referência do Ministério da Saúde para reabilitação de deficiência intelectual, física, auditiva e visual. Tudo com a devida dispensação de órteses, próteses e meios de locomoção (cadeiras de rodas), atendendo 2 mil pessoas por dia na Região do Grande ABC.


Tem à frente uma Diretoria comprometida com resultados, que investe pesado na qualificação profissional e no processo de humanização da assistência dispensada, além de sempre procurar incorporar a mais alta tecnologia existente, em processo de melhoria contínua, numa busca diária pela maior eficiência que se pode conseguir.


A APRAESPI dribla o problema do subfinanciamento do SUS com a defasagem na tabela de pagamentos, sempre com a esperança persistente e teimosa de que num futuro próximo a situação melhore.


Sem o financiamento da Saúde é impossível fazer a reabilitação das Pessoas com deficiência, por isso estamos fazendo gestões junto ao Congresso Nacional, para que a reabilitação da Pessoa com deficiência saia do Capítulo da ASSISTÊNCIA SOCIAL e figure no Capítulo da SAÚDE na CONSTITUIÇÃO
FEDERAL.


Maior volume de recursos administrado com competência, resultará em melhorias significativas e de impacto nos serviços de reabilitação, não só na APRAESPI como em todas as APAEs e demais centros de reabilitação do Brasil.

Dra. Lair Moura é superintendente da APRAESPI. É advogada com especialização em Direito Sanitário pela USP e administradora de empresas pela Mackenzie.

Parabéns Ribeirão!

quinta-feira, 7 de março de 2013

Alckmin e Lair discutem criação de projetos culturais para Pessoas com deficiência

Por Diego Simi
- São Paulo

No evento em comemoração ao mês internacional da síndrome de Down, realizado nesta terça-feira no Palácio dos Bandeirantes, a superintendente da APRAESPI, Lair Moura, e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) discutiram a criação de políticas públicas voltadas à inclusão de Pessoas com deficiência nos meios artísticos e culturais.



Governador se reúne com Lair no Palácio dos Bandeirantes


Alckmin relembrou o bem sucedido modelo do Festival Nossa Arte, projeto elaborado para artistas com deficiência, criado por Lair em sua última gestão na presidência da Federação das APAEs do Estado de São Paulo (1999-2004).


O governador também elogiou o trabalho da APRAESPI e sinalizou que novas parcerias podem ser firmadas na área. “Entidades como a APRAESPI são parceiras do governo nas áreas da Saúde e Educação. Podem ser também na promoção de cultura e lazer”.


Já Lair destacou a importância da formação cultural para Pessoas com deficiência. “Nossa ideia é que mais ações como o Festival Nossa Arte sejam criadas em parceria com as APAEs para garantir uma sólida base cultural aos jovens com deficiência, tão importante para a formação profissional e pessoal”.



COLEGAS


O filme “Colegas”, de Marcelo Galvão, foi exibido durante o encontro no Palácio dos Bandeirantes. O longa conta a história de três amigos inseparáveis, Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pook) e Márcio (Breno Viola), que vivem em um instituto para Pessoas com síndrome de Down. “Colegas” contou também com a participação do ator Lima Duarte, que sempre colaborou com o projeto Festival Nossa Arte.


O filme já faturou um prêmio no 27º Festival del Cinema Latino Americano di Trieste, na Itália, e foi escolhido o melhor filme nacional pelos jurados do 40º Festival de Cinema de Gramado, no Rio Grande do Sul.

segunda-feira, 4 de março de 2013

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APRAESPI: o maior centro de Reabilitação do Grande ABC

APRAESPI intensifica coleta de assinaturas por mais verbas no SUS

Ribeirão Pires

Faltando menos de 400 mil assinaturas para o projeto de lei que assegura 10% das receitas da União para Saúde, a APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com deficiência) intensifica suas ações para que a proposta seja logo votada no Congresso Nacional. São necessárias 1,5 milhão.

A APRAESPI recolhe as assinaturas de segunda à sexta-feira das 8h às 17h em sua própria sede, na rua José Alvarez, 84, Centro Alto, Ribeirão Pires.

Participe! A Saúde é um direito seu, é um direito nosso, por isso devemos lutar até o fim.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Com Frente Parlamentar, APRAESPI cobra do governo reajuste na Tabela SUS

Por Diego Simi
- São Paulo


Para reivindicar mais verbas para a Saúde pública, a APRAESPI (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) levou 30 pessoas para a reunião do movimento “Tabela SUS – Reajuste Já!”, realizada segunda-feira na Assembléia Legislativa.

O evento, que reuniu parlamentares e representantes de Santas Casas e hospitais filantrópicos, teve como objetivo traçar estratégias para exigir que o governo federal reveja a tabela SUS e encontre uma solução para equacionar as dívidas das unidades de saúde, que hoje chega a R$ 12 bilhões.

Esse endividamento é causado pelo subfinanciamento do SUS. Os centros filantrópicos são obrigados a oferecer 60% de sua capacidade para atender o sistema público e a grande maioria, por necessidade, disponibiliza 90% ou mais. No entanto, a cada R$ 100 gastos no setor, apenas R$ 65 são ressarcidos pelo governo, gerando uma lacuna cada vez maior no orçamento das entidades.

Na Assembléia, os manifestantes da APRAESPI, munidos de faixas e cartazes, foram ao auditório levar seu recado aos congressistas. “A diferença entre Hospital Público administrado por OS e Hospital Filantrópico é o escandaloso subfinanciamento dos Hospitais Filantrópicos”, dizia um dos letreiros.

A mobilização chamou a atenção do deputado federal Antonio Britto (PTB-BA). “Quero ver amanhã [terça-feira] todas essas faixas no Congresso Nacional! Vamos lutar pela Saúde Pública, é um patrimônio nosso”, afirmou em seu discurso.

Britto disse que os deputados e senadores engajados pelo reajuste do SUS não votariam o Orçamento de 2013 enquanto a situação da Saúde não fosse resolvida. “Isso não é uma ameaça, é um pedido de socorro”, justificou.

Ao final do evento, ficou decidido que será redigido um novo documento pedindo ao governo federal o acerto do pagamento da tabela SUS. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) se comprometeu em agendar uma reunião entre os presidentes da Câmara e do Senado Federal com representantes das Santas Casas e centros filantrópicos.

Lair convidou pessoalmente todos os vereadores de Ribeirão Pires, mas somente Arnaldo Pereira, o Arnaldo Sapateiro (PSB), compareceu à reunião. O vereador se prontificou a criar uma frente parlamentar por mais recursos para a Saúde na cidade.

CAMPANHA

Enquanto os parlamentares se mobilizam, a coleta de assinaturas da “Frente Nacional pela Saúde Pública” chega à reta final. Já com 1,1 milhão de assinaturas, o projeto de lei de iniciativa popular precisa de mais 400 mil para ser votado no Congresso. O objetivo é assegurar 10% das receitas da União para a Saúde.

No Grande ABC, as assinaturas estão sendo coletadas na APRAESPI (rua José Alvarez, 84, Centro – Ribeirão Pires). É preciso estar com RG e título eleitoral.

 
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