quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Lair quer apoio da Câmara Federal para criar Todos Iguais pela Educação no País

Proposta torna obrigatório financiamento de Apaes, creches e escolas especiais filantrópicas


A superintendente da Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) Lair Moura pretende colocar em pauta no Congresso a criação de uma versão nacional programa do Todos Iguais pela Educação, tornando obrigatório aos estados o financiamento de Apaes e escolas especiais filantrópicas. Para isso, ela viaja amanhã para Brasília, onde deverá se reunir com deputados e senadores. 

Além de se reunir com um grupo de parlamentares, Lair entregará ofício com detalhes do projeto para todos os deputados federais. Já é dado como certo nos bastidores o apoio da "Frente Nacional das Apaes", composta por políticos tanto da base do governo quanto de oposição.

O cenário mais favorável para as Apaes é que o projeto seja aprovado ainda neste ano. Desta forma as entidades estarão protegidas de qualquer decisão negativa tomada na Conae (Conferência Nacional de Educação), marcada para fevereiro de 2014, em Brasília. Entre as propostas prejudiciais que serão votadas na conferência está a que sugere o congelamento e a extinção de todos os convênios do governo com os centros educacionais filantrópicos. 

“Tenho certeza que voltarei de Brasília com as forças renovadas para continuar trabalhando pela aprovação dessa lei. É fundamental para as Apaes. Os deputados federais certamente fortalecerão o movimento”, afirmou a superintendente.

Em São Paulo
Enquanto ocorrem os debates para aprovar no Congresso o programa Todos Iguais pela Educação, a versão paulista da lei segue em pauta em três comissões da Assembleia Legislativa. “Vou continuar lutando para que seja aprovada essa lei em São Paulo. Mas o ideal para todo o cidadão com deficiência brasileiro é que o Congresso Nacional institua o seu programa Todos Iguais pela Educação e, assim, contemple todas as cidades do País”, destacou Lair. 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Fiquei chocada quando soube que quase 20% das minhas colegas morreram de câncer de mama

DEPOIMENTO

Lair Moura
- Superintendente da Apraespi

Estive em Jaú no fim de semana, no encontro com os formandos do curso de magistério que fiz em 1968. Éramos 60 alunos.

Fiquei chocada quando soube que dez companheiras que concluíram o curso morreram de câncer de mama, isto é, praticamente 20% da sala. É um número altíssimo. Infelizmente, a prevenção tanto do câncer de mama quanto de colo de útero e ovários não é levada a sério no Brasil. 

Sabendo da morte das companheiras de magistério, conversei com as colegas presentes no encontro sobre a campanha que estou desenvolvendo no ABC e resolvi propor uma ação semelhante ali.  A reação das minhas amigas me surpreendeu, mas positivamente: todas  aceitaram o desafio e demonstraram estar extremamente engajadas na luta pela prevenção. Agora, em Jaú, cidade de algumas presentes, se iniciou a busca por melhorias nas políticas públicas de prevenção do câncer de mama. 

Isso mostra que só com mobilização é possível fazer valer aqui no ABC o direito do cidadão. Neste caso, das cidadãs. 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Abaixo assinado pede centro diagnóstico de câncer de mama

Funcionários e famílias atendidas pela Apraespi lideram as mobilizações pela cidade

Para abrir um centro diagnóstico de câncer de mama em Ribeirão Pires, funcionários e familiares de pacientes da Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) estão desde sexta-feira recolhendo assinaturas para formalizar o pedido que será entregue ao governador Geraldo Alckmin. As ações fazem parte da campanha Outubro Rosa, organizado pela associação em parceria com o PSC Mulher. 

"Vamos tentar aproveitar a alta visibilidade que o câncer de mama vem recebendo este mês tentando sensibilizar o governador para que finalmente inaugure um hospital com essa especialidade em Ribeirão. É uma necessidade das nossas mulheres", afirmou a superintendente da Apraespi, Lair Moura, que lidera as mobilizações pela cidade. Com mais de 120 mil habitantes, Ribeirão Pires é a única cidade do Grande ABC que ainda não dispõe de uma unidade para prevenção de câncer de mama. 

Já foram definidos dois pontos de coleta de assinaturas na cidade: a Apraespi (rua José Alvarez, 84, Centro) e a Rádio Pérola da Serra (avenida Francisco Monteiro, 518, Centro). Além de promover o abaixo assinado, os representantes da Apraespi estão distribuindo panfletos com informações sobre o câncer de mama. 


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Lair busca apoio das Apaes para aprovar lei por educação especial

Objetivo é garantir que governo estadual financie escolas especiais filantrópicas

Lair negocia com Ubiali apoio da Federação das Apaes
O desafio de manter as Apaes funcionando continua para Lair Moura. A superintendente da Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) trabalha pela aprovação de uma lei nos moldes da que criou no Paraná o programa Todos Iguais pela Educação, que torna obrigatório ao governo estadual o financiamento de escolas especiais filantrópicas. Para isso, ela busca apoio das 300 Apaes do Estado para cobrar celeridade dos deputados estaduais na votação do projeto.

A superintendente atuou intensamente durante as últimas semanas enviando ofícios às Apaes para engrossarem as fileiras a favor da criação da lei. Ela conversou sábado, 12, com o presidente da Federação das Apaes do Estado de São Paulo, Marco Ubiali, que prometeu fortalecer a causa. "A Federação das Apaes com certeza reunirá todas as associações em um esforço conjunto para aprovar a lei em São Paulo".

Lair deve continuar sua peregrinação pelas escolas especiais do interior e litoral, que seguirá até o fim deste ano. "Agora é a vez das Apaes e demais escolas filantrópicas especiais mostrarem sua força, cobrando do governo o justo financiamento pela viabilização do direito à educação das crianças com deficiência", afirmou.

Além do apoio das Apaes, Lair se articula para fortalecer o movimento com representantes dos poderes Executivo e Legislativo do Estado de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin já foi oficiado a respeito do projeto, assim como os deputados estaduais.

O objetivo de Lair é assegurar que as escolas especiais continuem a receber recursos públicos, independente do que for decidido na Conae (Conferência Nacional de Educação), marcada para fevereiro de 2014, em Brasília. Ela pretende se antecipar à conferência reunindo o movimento apaeano para garantir a aprovação de uma lei favorável às escolas filantrópicas ainda neste ano. "Só assim a Apraespi e as Apaes estarão protegidas para continuar oferecendo educação gratuita de qualidade para milhares de crianças com deficiência”, justificou.

SUCESSO
Aprovado em agosto no Paraná, o programa Todos Iguais pela Educação é considerado um sucesso pelas escolas especiais. Mais de 413 instituições foram assistidas, beneficiando 42 mil alunos com deficiência. O governo paranaense destinará até a metade do ano que vem mais de R$ 436 milhões às escolas de educação básica na modalidade educação especial.



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Apraespi quer centro para prevenção de câncer de mama em Ribeirão



Aderindo a campanha Outubro Rosa, movimento internacional que atua no combate ao câncer de mama, a Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência) está organizando um abaixo assinado para construir em Ribeirão Pires um Centro de Diagnóstico equipado com mamógrafo e equipamentos para detectar câncer de mama, útero e ovário. O documento será encaminhado ao governador Geraldo Alckmin. 

A iniciativa da campanha partiu do PSC Mulher de Ribeirão, liderado pela superintendente da Apraespi Lair Moura. O partido já formalizou apoio ao movimento e prometeu ajudar na coleta de assinaturas pela cidade. "O câncer de mama leva a vida de muitas mulheres, inclusive já tivemos vários casos na Apraespi. Eu entendo que é obrigação do Estado oferecer saúde preventiva de qualidade, por isso nossa cidade precisa desse Centro de Diagnóstico", justificou Lair.

A Apraespi já está recolhendo assinaturas em sua sede, que fica na rua José Alvarez, 84, no centro de Ribeirão Pires. Em parceria com o PSC municipal, a Entidade também distribuirá folhetos com informações sobre o câncer.  

















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